“Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15:5).
Nesta semana abordaremos o tema sobre o evangelho e a frutificação.
Em João 15, o Senhor Jesus diz que Ele é a videira e nós os ramos que produzem frutos. Frutificar é um assunto de vida, e permanecer na videira é algo coletivo.
Podemos usar vários meios para pregar o evangelho: promover eventos sociais; visitar asilos, creches e hospitais; montar tendas de oração nas praças públicas; participar das festividades nas datas comemorativas, como o Dia das Mães, Dia Internacional da Mulher etc. Até mesmo quando houver um batismo, pode-se convidar amigos e parentes, que, com o testemunho de quem está sendo batizado, podem ser tocados e conduzidos à salvação.
Sem dúvida, há questões pessoais e coletivas que dificultam essas práticas. Uma delas pode ser a falta de unanimidade na liderança da igreja sobre o que fazer. Por isso é importante ter boa comunhão quanto à importância da realização desses eventos com vistas à multiplicação do número de filhos de Deus. Em uma família, se o pai e mãe não se entendem, os filhos sentem-se inseguros. Durante a semana, pode haver vendavais e tempestades no mar, mas a reunião da igreja deve ser o porto seguro dos irmãos. O ambiente na igreja deve ser sempre de paz, unidade, harmonia e unanimidade para que a liderança goze da confiança dos demais irmãos. Nesse caso, alguns líderes, em prol do benefício do Corpo, da igreja, precisam se sacrificar, tomar a cruz. Isso evitará desgastes espirituais e sofrimentos desnecessários.
Vamos aproveitar para falar sobre a importância do apoio dos pais e irmãos da liderança da igreja aos que coordenam o serviço de adolescentes e jovens em cada cidade. É comum, após as conferências de adolescentes e jovens, que ocorrem de tempos em tempos, alguns deles terem receio de voltar para casa porque temem perder o que ganharam por falta de apoio dos pais. Os pais precisam acompanhar todo o trajeto de vida dos filhos, desde o nascimento até a idade madura, e cooperar com os que servem as crianças, adolescentes e jovens na igreja. Se os pais se ausentam nesse trajeto, isso é um desastre. Da mesma forma, se não houver o apoio da liderança das igrejas, os que coordenam os serviços dessas faixas etárias enfrentarão sérias dificuldades.
Outro problema que pode afetar a multiplicação de frutos espirituais é o comodismo, isto é, não assumir responsabilidades. É necessário que saiamos da falsa humildade, do excesso de modéstia e busquemos com firmeza a responsabilidade. Os líderes, segundo o crescimento de vida, devem incentivar outros com amor, com carinho, com preocupação e sem ambição, tendo como foco os irmãos, os filhos espirituais, a família de Deus na fé.
Em Números 27, quando Deus conduziu Moisés até o topo do monte Abarim (ou Pisga) e lhe falou que seria recolhido a seu povo, Moisés não estava preocupado com sua posição; antes, pediu ao Senhor que pusesse um homem sobre a congregação. Ele estava preocupado com o povo, se haveria alguém que cuidasse deles para que não fossem como ovelhas que não têm pastor. Esperamos que os irmãos nas igrejas não se sintam como ovelhas sem pastor. Os líderes nas igrejas devem funcionar como facilitadores do serviço dos demais irmãos para que sejam supridos, alimentados, cuidados, curados e libertos de tudo o que possa prendê-los ou neutralizá-los espiritualmente.
Podemos usar vários meios para pregar o evangelho: promover eventos sociais; visitar asilos, creches e hospitais; montar tendas de oração nas praças públicas; participar das festividades nas datas comemorativas, como o Dia das Mães, Dia Internacional da Mulher etc. Até mesmo quando houver um batismo, pode-se convidar amigos e parentes, que, com o testemunho de quem está sendo batizado, podem ser tocados e conduzidos à salvação.
Sem dúvida, há questões pessoais e coletivas que dificultam essas práticas. Uma delas pode ser a falta de unanimidade na liderança da igreja sobre o que fazer. Por isso é importante ter boa comunhão quanto à importância da realização desses eventos com vistas à multiplicação do número de filhos de Deus. Em uma família, se o pai e mãe não se entendem, os filhos sentem-se inseguros. Durante a semana, pode haver vendavais e tempestades no mar, mas a reunião da igreja deve ser o porto seguro dos irmãos. O ambiente na igreja deve ser sempre de paz, unidade, harmonia e unanimidade para que a liderança goze da confiança dos demais irmãos. Nesse caso, alguns líderes, em prol do benefício do Corpo, da igreja, precisam se sacrificar, tomar a cruz. Isso evitará desgastes espirituais e sofrimentos desnecessários.
Vamos aproveitar para falar sobre a importância do apoio dos pais e irmãos da liderança da igreja aos que coordenam o serviço de adolescentes e jovens em cada cidade. É comum, após as conferências de adolescentes e jovens, que ocorrem de tempos em tempos, alguns deles terem receio de voltar para casa porque temem perder o que ganharam por falta de apoio dos pais. Os pais precisam acompanhar todo o trajeto de vida dos filhos, desde o nascimento até a idade madura, e cooperar com os que servem as crianças, adolescentes e jovens na igreja. Se os pais se ausentam nesse trajeto, isso é um desastre. Da mesma forma, se não houver o apoio da liderança das igrejas, os que coordenam os serviços dessas faixas etárias enfrentarão sérias dificuldades.
Outro problema que pode afetar a multiplicação de frutos espirituais é o comodismo, isto é, não assumir responsabilidades. É necessário que saiamos da falsa humildade, do excesso de modéstia e busquemos com firmeza a responsabilidade. Os líderes, segundo o crescimento de vida, devem incentivar outros com amor, com carinho, com preocupação e sem ambição, tendo como foco os irmãos, os filhos espirituais, a família de Deus na fé.
Em Números 27, quando Deus conduziu Moisés até o topo do monte Abarim (ou Pisga) e lhe falou que seria recolhido a seu povo, Moisés não estava preocupado com sua posição; antes, pediu ao Senhor que pusesse um homem sobre a congregação. Ele estava preocupado com o povo, se haveria alguém que cuidasse deles para que não fossem como ovelhas que não têm pastor. Esperamos que os irmãos nas igrejas não se sintam como ovelhas sem pastor. Os líderes nas igrejas devem funcionar como facilitadores do serviço dos demais irmãos para que sejam supridos, alimentados, cuidados, curados e libertos de tudo o que possa prendê-los ou neutralizá-los espiritualmente.

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