segunda-feira, 13 de junho de 2016

Invocar o nome do Senhor

Invocar o nome do Senhor


“Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo – Rm 10 : 9.


A grande lição que a Bíblia nos mostra é uma prática muito simples e funcional que devemos fazer sempre : invocar o nome do Senhor Jesus.
Quando invocamos ou chamamos pelo nome do Senhor isso vai nos ajudar a ter comunhão com Deus, pois o simples pronunciamento desse nome nos faz desfrutar de toda riqueza que Deus nos quer proporcionar.

“Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes – Jr 33:3.

Toda manhã ao acordar comece o dia invocando o nome de Jesus, e consagrando esse dia a Ele. Não pare de invocar esse nome durante todo o dia.
Você terá experiências maravilhosas.

Vamos invoca-lo agora mesmo ? “Oh, Senhor Jesus”.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Pais: eles serão o que somos


Eles serão o que somos


Parece uma lei natural: mais dia, menos dia, aquilo que os pais defendem, seus pontos de vista, seus conceitos e preconceitos, suas “verdades”, tudo vai manifestar-se nos filhos. Talvez ninguém preste atenção nem se importe se essas “verdades” são princípios, valores, fatos reais ou apenas comentários irritados ou sentimentos hostis contra pessoas, circunstâncias e fatos da vida. Desde muito cedo os filhos vão assimilando com todo o seu ser essas manifestações dos pais: nunca deixam de perceber suas reações na face, no tom da voz, nos gestos. E cada uma delas vai sedimentando-se em seu coração, formando seu caráter.
Temos de considerar que “verdades” vivemos, expressamos e alardeamos. Enquanto aguardamos o nascimento do filho, seria oportuno que, como pais, avaliássemos o conjunto de conceitos e valores que respaldam nossa vida. Quando os pequeninos chegam, logo nos preocupamos em alimentá- los e fortalecê-los e ficamos aflitos com qualquer coisa que possa afetar a saúde ou o conforto deles. Mas poucos pais se preocupam com os conceitos e valores que, inevitavelmente, vão contribuir na formação da emoção, do discernimento e do caráter dos filhos.
É urgente que os pais revejam seus conceitos. Por exemplo, que conceito você tem sobre o casamento? Trata-se de uma união que pode ser dissolvida quando os problemas mais graves surgem? É uma armadilha? É uma relação que não pode ser mantida na vida moderna? Ou é algo criado por Deus para guardar o homem do pecado, um ambiente recheado de situações úteis para os cônjuges amadurecerem mais rápido pelo exercício da paciência, da misericórdia, da ternura, do amor? Afinal, seus conceitos são negativos ou positivos acerca dessa instituição?
Que impressões você tem sobre Deus? É um Deus distante que abandonou a raça humana a seu destino? Alguém indiferente que pouco se importa conosco? Ou o Criador do homem, para o qual tem um propósito bem definido? Afinal, sua relação com Deus é pessoal ou impessoal?
Em que conceitos você baseia o sucesso? Como algo que é medido e pesado pelo acúmulo de bens materiais? Pela projeção na sociedade? Pela capacidade de discernir a vontade de Deus e cumpri-la? Pelo equilíbrio e maturidade demonstrados nas soluções das dificuldades que se levantam na vida humana? Afinal, você avalia o sucesso pela posse de coisas exteriores, como carros, dinheiro, propriedades, objetos de alta tecnologia, ou pela conquista de coisas interiores, como Deus, discernimento, maturidade espiritual e percepção clara da origem e do propósito do homem?
Poderíamos fazer um sem-número de considerações a fim de identificar conceitos que acabam tornando-se o arcabouço de uma vida, como sexo, entretenimento, família, amigos, mídia e muitos outros temas sobre os quais talvez você nunca tenha pensado, mas que, de qualquer maneira, influenciam seu estilo de vida e desenham o perfil psicológico e espiritual de seu filho, refletindo-se na humanidade dele.
Se quiser saber como você é, basta olhar para seu filho, e, se quiser saber como serão seus filhos, basta olhar para você. Muitos pais já tiveram a experiência de ser iluminados a respeito de si mesmos ao perceber como seus filhos agiam, viviam, andavam, julgavam, reagiam. Quando viram nos filhos atitudes que consideravam nocivas, esses pais puderam arrepender- se, refizeram sua escala de valores e procuraram ter um novo começo com seus filhos e em seu próprio modo de vida.
Nós, pais, precisamos estar atentos à nossa própria condição, nosso modo de viver e de encarar as coisas, sobretudo, diante de circunstâncias adversas, pois nossos filhos são, de fato, um reflexo do que somos. Se queremos formar cidadãos equilibrados para a sociedade e pessoas que Deus vai utilizar sem restrição, roguemos a Deus que nos dê, também, uma vida equilibrada em todos os sentidos.
“Este é o livro da genealogia de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez; homem e mulher os criou, e os abençoou e lhes chamou pelo nome de Adão, no dia em que foram criados. Viveu Adão cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe chamou Sete” (Gênesis 5:1-3).

O Senhor Jesus conta conosco

O Senhor Jesus conta conosco
Gostaríamos de compartilhar com nossos leitores uma das passagens mais belas da Bíblia, o momento em que o Senhor Jesus foi apresentado como o Rei do reino dos céus. Essa passagem revela para nós, cristãos, quanto o Senhor precisa de nós para que Sua vontade se cumpra na terra. Ao findar a leitura, separe um momento para orar e meditar acerca do que leu. O Senhor conta com você. Leiamos!
Em Mateus 21:1-2 lemos: “Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei-a e trazei-mos”. Naquela ocasião, o Senhor se preparava para entrar em Jerusalém onde seria honrado pelos humildes e humilhado pelos religiosos e políticos. Ele não estava indo para subir ao trono e reinar num palácio, mas para sofrer muitas coisas dos anciãos e dos principais sacerdotes, ser testado, examinado e provado pelos fariseus, intérpretes da lei, saduceus e herodianos e, por fim, ser condenado à morte.
Somente após Sua crucificação, em ressurreição, Ele começaria a reinar. Enquanto estava na cruz, as pessoas zombavam Dele, chamando-O de forma pejorativa de Rei dos judeus. De fato Ele era o Rei dos judeus, por isso, pela providência divina, essa afirmação foi escrita nos três principais idiomas daquela época: grego, latim e hebraico (João 19:20). Apesar de os judeus terem escarnecido e zombado do Senhor, o mundo inteiro pôde saber quem fora crucificado ali.
Para entrar em Jerusalém, Jesus pediu aos discípulos que Lhe trouxessem uma jumenta e um jumentinho (Mateus 21:2). Geralmente os reis eram empossados montados em cavalos majestosos e bonitos. Quando era rei, Davi utilizava uma mula, que é um animal maior que o cavalo, como condução (1 Reis 1:44). Salomão, por sua vez, para ser constituído rei, montou a mula que pertencia a Davi (vs. 33, 38). O Senhor Jesus, no entanto, quando entrou na cidade de Jerusalém, não utilizou nenhum animal de grande porte; pelo contrário, porque é Rei humilde e manso, montou num jumentinho, cria de animal de carga, que já Lhe estava preparado (Mateus 21:5).
No capítulo 49 de Gênesis, vemos que Judá, filho de Jacó, é simbolizado por um leão, que indica majestade (vs. 9-10). No início do versículo 11, lemos: “Ele amarrará o seu jumentinho à vide e o filho da sua jumenta à videira mais excelente”. Sabemos por experiência que, antes de colocar alguém numa posição elevada, o Senhor certamente o colocará numa posição humilde para, a partir daí, exaltá-lo. Quando quer usar alguém, Deus primeiramente lhe ensina lições de humildade para depois usá-lo. Portanto, para ser rei, ou “leão”, precisamos primeiro ser um humilde “jumento”.
Louvado seja o Senhor, pois Ele quer preparar-nos a fim de que sejamos úteis e dóceis à Sua vontade e também conduzidos por Ele a realizar Sua vontade na terra.

Quem comanda sua vida conjugal?

Quem comanda sua vida conjugal?

Há certas coisas que não conseguimos vencer no dia a dia. Embora pareçamos fortes e capazes, sentimo-nos frustrados com respeito a certas fraquezas difíceis de derrotar. Não estamos falando somente daquilo que aborrece nosso cônjuge, mas do que nós mesmos não suportamos em nosso caráter ou maneira de ser.
Vamos ilustrar com o relato de certa jovem esposa que perguntou a um servo de Deus o que fazer para controlar seu mau temperamento em relação ao esposo. Ela já havia recebido Jesus como Salvador, mas não conseguia ser salva de seu temperamento explosivo. Sabia que a vida de Deus era poderosa, contudo não entendia por que era sempre vencida por seu temperamento. Tinha certeza de que Deus ouvia orações, mas parecia que as suas não eram ouvidas.
O servo de Deus lhe respondeu de maneira surpreendente: “Quem é o Senhor de sua vida, você ou Deus? Nas mãos de quem está a autoridade de sua família? Quem está no trono de sua vida?”. Embora quisesse argumentar mais um pouco, ela finalmente admitiu: “Eu estou no comando de minha vida”.
Essa situação é vivenciada por muitos casais. Quando assumimos o comando de nossa vida, determinando o que queremos e o que os outros devem fazer para nos agradar, significa que somos a autoridade máxima em casa e ainda queremos que o Senhor Jesus seja nosso “auxiliador”, para que tudo aconteça exatamente como desejamos. O resultado disso, como no caso acima, é frustração não só com respeito ao cônjuge e a si mesmo, mas também em relação ao próprio Deus.
Se queremos que o Senhor nos ajude a mudar nossa maneira de ser, se anelamos que Sua poderosa vida anule nosso mau temperamento, precisamos nos perguntar: Quem está no trono? Se deixarmos o Senhor assumir a autoridade sobre nossa vida, se nos submetermos a Ele em oração, deixando-O agir como realmente Lhe agrada, então cada inimigo será derrotado.
Para que o Senhor assuma o trono de nossa vida conjugal, preciso deixar de ser o centro de todas as coisas, isto é, devo negar a mim mesmo e tomar o caminho que Ele escolher (Mateus 16:24). Quando faço o que quero, corro o risco de me desviar. Se vivo em torno de mim mesmo, sempre estarei insatisfeito, pois ninguém conseguirá me satisfazer em todas as áreas e no padrão que entendo como ideal. Isso faz brotar um forte e persistente sentimento de frustração, de insatisfação; a alegria desaparece, as reclamações se intensificam.
Já é tempo de pararmos de nos concentrar nos possíveis defeitos de nosso cônjuge e buscar no Senhor a graça para conviver com suas peculiaridades. Olhemos para o Senhor que está assentado no trono e faz novas todas as coisas (Apocalipse 21:5)! Não coloquemos toda a nossa atenção em nós mesmos ou em nosso cônjuge, mas no Senhor Jesus!

Que tal, em sua vida conjugal, investir mais no trono de Deus? Que tal invocar mais Seu nome antes de abrir a boca para emitir opiniões ou murmurar? Que tal estabelecer um tempo para oração e leitura da Bíblia com seu cônjuge toda semana? Se der ao Senhor o comando de sua família e a Ele se submeter, desfrutará Sua novidade. Creia; Ele é fiel! “Porque quem esteve no conselho do Senhor, e viu, e ouviu a sua palavra? Quem esteve atento à sua palavra e a ela atendeu?“.(Jeremias 23:18).
“[Cristo] morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5:15).
Fonte : Jornal Árvore da Vida – editora Árvore da Vida

Alimento Diário Terça-feira (07.06.2016) – Eficientes e eficazes para frutificar

Para frutificarmos adequadamente, precisamos de eficácia e eficiência. Quando se fala de eficácia, a preocupação é com o resultado, enquanto eficiência visa o procedimento, a operação em si. Por exemplo, um remédio talvez seja muito eficaz, mas se acarretar vários efeitos colaterais, não é eficiente. Muitas vezes, pelo fato de não agir no espírito, alguns irmãos líderes pressionam e cobram muito; são um verdadeiro rolo compressor. Isso pode levar os irmãos a ficarem desencorajados, desanimados, sem forças até para se reunir. É possível que alguns líderes estabeleçam como objetivo simplesmente apresentar para alguém o resultado de sua obra, um bom relatório. Sim, podemos apresentar bons resultados sem descuidar dos irmãos, especialmente dos que têm mais dificuldade de acompanhar o ritmo do avanço da obra do Senhor.
Em Colossenses 1:27-29 vemos Paulo falando de apresentar todo homem perfeito em Cristo. Para isso ele se afadigava, se esforçava e afirmou: “Segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim”. Quando o Espírito opera em nós com Sua eficácia, Ele o faz de maneira eficiente, ou seja, aproveita tudo de nós, para nos transformar cada vez mais.
Para o avanço do evangelho, precisamos ser eficientes quanto ao aproveitamento dos recursos financeiros. Na África, por exemplo, acontecem verdadeiros milagres onde os poucos recursos disponíveis são usados eficientemente para gerar frutos.
Não podemos sacrificar os irmãos para chegar a um resultado. Quem serve ao Senhor não pode sacrificar a família, usando o serviço como pretexto. Seria uma vergonha ganhar cinco, seis, sete pessoas para Deus, mas perder esposa e filhos para o mundo. Isso não significa que devemos ficar parados em casa esperando melhorar a situação para levarmos o evangelho a outros. O Senhor, por certo, nos dará graça para cuidarmos de uma e outra coisa ao mesmo tempo. Ó Senhor Jesus!
Há a eficiência na gestão do tempo também. Para uma igreja avançar, especialmente uma igreja com certo porte, é necessário haver irmãos que sirvam em tempo integral, presbíteros e diáconos que se dediquem a cuidar da igreja.
Outra questão a se observar é o cuidado com os colportores que servem em tempo integral. Eles precisam de um acompanhamento adequado por parte da igreja. Precisamos ver que cada colportor tem, pelo menos, trezentas pessoas que precisam de apascentamento e cuidado, mas às vezes estão sozinhos nessa tarefa. Se tiverem condições de apascentar com eficácia e eficiência aquelas pessoas, elas, como filhos da paz, rapidamente se tornarão membros do Corpo de Cristo, e haverá muito fruto para a igreja.
Sem o apoio e o envolvimento da igreja, o colportor torna-se apenas distribuidor de livros. Isso é trabalhar sem eficácia nem eficiência; não há resultado espiritual. Por isso urge a necessidade de sermos iluminados a fim de aproveitar todas as oportunidades para resgatar os que perecem e fortalecer a edificação da igreja.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Deus é Espírito


Deus é Espírito


Ondas eletromagnéticas, invisíveis no ar, permitem que milhões de pessoas, diariamente, realizem e recebam ligações por meio de aparelhos de telefonia celular; comuniquem-se via internet com wireless; assistam ao seu programa favorito na TV aberta; conectem seu GPS a satélites, a fim de se localizarem nas ruas quando estão em seus carros; ouçam sua estação de rádio favorita. A eletricidade, invisível, faz com que tenhamos luz elétrica nas casas; que todos nossos aparelhos eletrodomésticos funcionem; até alguns carros ecológicos, atualmente, são movidos por energia elétrica! O gás oxigênio, invisível, presente no ar atmosférico, permite que nós respiremos e vivamos.
Pois bem, ondas eletromagnéticas, eletricidade e gás oxigênio – tão presentes em nosso viver, sendo que o último é vital – tem em comum o fato de serem invisíveis, incolores e inaudíveis. Embora não seja possível enxergá-los, cheirá-los, ouvi-los, degustá-los ou tocá-los (salvo a eletricidade, quando tomamos um choque elétrico), é evidente que existem e trazem muitos benefícios aos homens, tais como os mencionados acima. Ora, dificilmente poderíamos imaginar como seria viver numa civilização sem eles!
Deus, da mesma maneira, é invisível. Justamente por isso, “Ninguém jamais viu a Deus” (1 João 4:12; João 1:18). O evangelho de João, capítulo 4, versículo 24 nos dá a definição Dele: “Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”. No original grego, ”espírito”, nesse versículo, é pneuma, que tem o significado de ar, vento, ventania, sopro. Daí que deriva a palavra pneumático (ou sua abreviação pneu), que é o artefato circular feito de borracha e inflada com ar, sobre o qual os automóveis locomovem-se.
Para desfrutarmos dos benefícios das ondas eletromagnéticas e da eletricidade, é necessário que tenhamos um aparelho eletrônico, bem como saibamos manuseá-lo. Para tanto, o fabricante deste é obrigado a nos fornecer um manual de instrução, que nos ensinará desde as funções mais elementares como a localização dos botões de liga/desliga e de volume, até as funções mais avançadas do aparelho, que só serão descobertas pelo leitor mais assíduo do manual. Para desfrutarmos dos benefícios do oxigênio é essencial que tenhamos um sistema respiratório adequado, com as vias nasais descongestionadas e os pulmões em pleno vigor.
Já para desfrutarmos Deus, que é espírito, o Senhor, que é o nosso criador/fabricante, nos deu um “manual de instrução”, que é a Bíblia, o livro mais vendido em todo globo terrestre, sendo quase certo que um exemplar dele encontra-se na estante de sua casa. Certa vez, um leitor dela deu o seguinte testemunho: “Tenho lido muitos livros, mas a Bíblia me lê”.
A Bíblia nos mostra que para contatarmos Deus é necessário que usemos um órgão em nosso interior chamado espírito humano. Adora-se a Deus com o espírito humano, por meio da fé. Por muito tempo estivemos longe de Deus, motivo pelo qual esse órgão ficou atrofiado. Graças ao Senhor, que o manual de instrução divino nos dá o caminho para desenferrujá-lo, que é invocando o Nome do Senhor:“ninguém pode dizer Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo” (1 Coríntios 12:3). “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hebreus 11:6).

Fonte: Jornal Árvore da Vida – editor Árvore da Vida.

Como elevar a auto-estima do seu filho

Como elevar a auto-estima do seu filho 

Todos os pais devem esforçar-se para elevar a auto-estima dos filhos. Quando uma criança tem boa auto-estima, significa que ela possui um forte senso de valor e de prestígio a respeito de si mesma. Esse sentimento lhe garante crescer sem complexo de inferioridade. O preço que ela dirá ter e a percepção de valor que seus amigos, parentes e as pessoas de um modo geral enxergarão nela é determinado pelo rótulo que os pais imprimirem na criança durante os primeiros anos de vida. Os pais são, por isso, os responsáveis pela etiqueta de valor que terão os filhos.
Não podemos esperar que o mundo faça isso. O mundo tornou-se muito competitivo e exigente, basta que nossos filhos não atinjam a média na escola, ou errem frente a seus parentes ou se estranhem com outras crianças nos parques recreativos, para que várias palavras negativas sejam dirigidas sem misericórdia a eles, abalando, assim, sua base de sustentação e quebrando o termômetro que os mede como alguém importante – sua auto-estima.
Nosso lar, como um jardim e nossos filhos, como a cultura, precisam ser regados e devidamente adubados para crescerem fortes. Se somos esses que irão produzir filhos fortes, confiantes e bem consigo mesmos, não podemos deixar passar as oportunidades que nosso próprio lar proporciona. O lar pode se transformar em um viveiro produtor de filhos que gostam de si mesmos. Cultivar esse sentimento é fundamental para uma criança.
Quando permitimos que nossos filhos ajudem em casa varrendo o chão, enxugando a louça, atendendo o telefone, arrumando a própria cama, colocando os sapatos em lugar próprio, escovando os próprios dentes e fazendo uma infinidade de pequenas coisas que temos a nosso dispor, sem dúvida, eles crescerão sentindo-se mais importantes e com uma saudável percepção de valor. Essa é a forma de transformar uma plantinha em uma grande árvore.
É certo que muitos desses serviços não sairão bem feitos, já que a vontade de ajudar da criança nem sempre corresponde com a maturidade que tem: estatura, coordenação motora, capacidade de discernir prioridades, etc. Esse é o grande motivo de os pais rejeitarem a ajuda que os filhos pretendem e gostam de dar. O que os pais geralmente não percebem é que quando o serviço de uma criança é rejeitado, ela também sente-se rejeitada. Esse sentimento de rejeição é muito ruim para se conviver com ele.Um pai com visão nunca olha para o resultado do serviço que o filho presta, mas para o resultado que ocorre na pessoa dele. E não há melhor resultado do que este: ser estimado como alguém de grande valor.
Os filhos que crescem em um lar onde os pais agem como meros gerentes, sempre exigindo e esperando a melhor performance deles, correm o sério risco de tornar-se filhos tímidos e inseguros. Talvez preferirão, por medo de errar, não se aventurar em desempenhar as tarefas que lhe cabem ou não terão a iniciativa de criar algumas outras. Que lástima! Quando nossas crianças são privadas desse senso de valor, não temerão, no futuro, gastar sua vida com o mundo, andar com o carro em alta velocidade, usar drogas, tatuar seu corpo, pois não aprenderam a gostar de si mesmas.
Por outro lado, se tivermos pais com as características de um bom jardineiro, que lança a semente, rega, aduba e que tem a paciência de esperar décadas, se for necessário, para ver os resultados, esses produzirão filhos positivamente destemidos, ousados e com mais capacidade de influenciar o grupo com que se relacionam do que de serem influenciados por ele.
A vida de nossos filhos é preciosa demais para não ser usada por Aquele que sabe valorizar o homem – Deus. O preço que Ele pagou por nossos filhos foi suficiente para que eles se sintam os mais especiais do mundo.
Pais, permitam que seus filhos ajudem em casa, tenham paciência, gastem tempo com eles, ajam como bons jardineiros e digam-lhes, por favor, que eles são preciosos para Deus.

Fonte: Jornal Árvore da Vida – editora Árvore da Vida

Alimento Diário Segunda-feira (06.08.2016) - Frutificação: Como praticar

Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15:5).


Nesta semana abordaremos o tema sobre o evangelho e a frutificação.
Em João 15, o Senhor Jesus diz que Ele é a videira e nós os ramos que produzem frutos. Frutificar é um assunto de vida, e permanecer na videira é algo coletivo.
Podemos usar vários meios para pregar o evangelho: promover eventos sociais; visitar asilos, creches e hospitais; montar tendas de oração nas praças públicas; participar das festividades nas datas comemorativas, como o Dia das Mães, Dia Internacional da Mulher etc. Até mesmo quando houver um batismo, pode-se convidar amigos e parentes, que, com o testemunho de quem está sendo batizado, podem ser tocados e conduzidos à salvação.
Sem dúvida, há questões pessoais e coletivas que dificultam essas práticas. Uma delas pode ser a falta de unanimidade na liderança da igreja sobre o que fazer. Por isso é importante ter boa comunhão quanto à importância da realização desses eventos com vistas à multiplicação do número de filhos de Deus. Em uma família, se o pai e mãe não se entendem, os filhos sentem-se inseguros. Durante a semana, pode haver vendavais e tempestades no mar, mas a reunião da igreja deve ser o porto seguro dos irmãos. O ambiente na igreja deve ser sempre de paz, unidade, harmonia e unanimidade para que a liderança goze da confiança dos demais irmãos. Nesse caso, alguns líderes, em prol do benefício do Corpo, da igreja, precisam se sacrificar, tomar a cruz. Isso evitará desgastes espirituais e sofrimentos desnecessários.
Vamos aproveitar para falar sobre a importância do apoio dos pais e irmãos da liderança da igreja aos que coordenam o serviço de adolescentes e jovens em cada cidade. É comum, após as conferências de adolescentes e jovens, que ocorrem de tempos em tempos, alguns deles terem receio de voltar para casa porque temem perder o que ganharam por falta de apoio dos pais. Os pais precisam acompanhar todo o trajeto de vida dos filhos, desde o nascimento até a idade madura, e cooperar com os que servem as crianças, adolescentes e jovens na igreja. Se os pais se ausentam nesse trajeto, isso é um desastre. Da mesma forma, se não houver o apoio da liderança das igrejas, os que coordenam os serviços dessas faixas etárias enfrentarão sérias dificuldades.
Outro problema que pode afetar a multiplicação de frutos espirituais é o comodismo, isto é, não assumir responsabilidades. É necessário que saiamos da falsa humildade, do excesso de modéstia e busquemos com firmeza a responsabilidade. Os líderes, segundo o crescimento de vida, devem incentivar outros com amor, com carinho, com preocupação e sem ambição, tendo como foco os irmãos, os filhos espirituais, a família de Deus na fé.
Em Números 27, quando Deus conduziu Moisés até o topo do monte Abarim (ou Pisga) e lhe falou que seria recolhido a seu povo, Moisés não estava preocupado com sua posição; antes, pediu ao Senhor que pusesse um homem sobre a congregação. Ele estava preocupado com o povo, se haveria alguém que cuidasse deles para que não fossem como ovelhas que não têm pastor. Esperamos que os irmãos nas igrejas não se sintam como ovelhas sem pastor. Os líderes nas igrejas devem funcionar como facilitadores do serviço dos demais irmãos para que sejam supridos, alimentados, cuidados, curados e libertos de tudo o que possa prendê-los ou neutralizá-los espiritualmente.